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O engenheiro civil e professor da Ufal lança na próxima quinta-feira, 24, às 19h30, na Casa da Palavra, seus primeiros livros, reunidos na coletânea Mudança de Mentalidade.

Mudança de mentalidade. O título da coletânea que o professor da Universidade Federal de Alagoas, Edinaldo Afonso Marques de Mélo lança na próxima quinta-feira, 24 de abril, resume o espírito dos artigos reunidos em seus quatro volumes: Pavimentação; Transporte e Trânsito; Educação e Qualidade de Vida; e SMCCU.

Com um design moderno e elegante, os livros produzidos com o apoio da Fundação Oviêdo Teixeira, instituição cultural sem fins lucrativos financiada pela construtora Norcon, foram reunidos em uma única caixa, para facilitar o manuseio e o modo de guardar.

A coletânea é o primeiro trabalho literário de Edinaldo Marques e reúne os principais artigos publicados pelo professor nos meios de comunicação locais ao longo de 20 anos. Nos textos questões referentes à pavimentação, transporte e trânsito, educação, convívio urbano e outros temas atemporais são abordados de forma visionária. Nos artigos, o autor não só discorre sobre os assuntos, mas propõe mudanças necessárias e, por vezes, ousadas, o que resultou na escolha do título Mudança de Mentalidade para a coletânea.

“Resolvi publicar a coletânea motivado pelas palavras de incentivo das pessoas que, ao longo dos anos, me honraram com sua leitura. Sempre procurei expor minhas idéias de forma objetiva, com a visão que possuo sobre os temas abordados, com o intuito de buscar uma mudança de mentalidade e contribuir para o esclarecimento de questões que interessam a todos”, diz o autor.

Lançamento da coletânea Mudança de Mentalidade

Data e Horário: 24 de abril de 2008, às 19h30

Local: Casa da Palavra (Ladeira do Brito, 65 – Centro)

* A caixa contendo os quatro livros será vendida ao preço de R$ 50,00. Os recursos obtidos com a venda da coletânea serão repassados integralmente para o Lar Francisco de Assis, na Serraria, que abriga idosos carentes.

O livro “Literatura, história e linguagens: diálogos impossíveis”, de autoria das professoras Eliane Bezerra da Silva e Janaína Cardoso de Mello, será lançado na noite desta quinta-feira, a partir das 19 horas, no auditório da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), em Arapiraca.

O trabalho inédito reúne artigos selecionados de professores que atuam nas três áreas do conhecimento. A programação de lançamento do livro inclui a realização de mesas-redondas com os autores.

Após a noite de autógrafos, em Arapiraca, as escritoras irão apresentar o livro na próxima quinta-feira (17), no auditório do Campus IV de São Miguel dos Campos. No dia 24, o trabalho será mostrado ao público de Palmeira dos Índios, no auditório da Escola Pio XII.

A programação de lançamento do livro será encerrada no dia 30, no auditório da prefeitura, na cidade de União dos Palmares.

O governo federal investiu R$ 234 mil para implantar cinco novas bibliotecas nos municípios de Junqueiro, Olivença, Santana do Mundaú, São Sebastião e Teotônio Vilela e na modernização das bibliotecas de Viçosa e Igreja Nova. Graças a esse aporte de recursos, realizado pelo Programa Livro Aberto, do Ministério da Cultura, a Rede Estadual de Bibliotecas Públicas atingiu 100% de cobertura municipal. O projeto prevê a aplicação de recursos federais para ampliação do acervo público de livros, com contrapartida das prefeituras – responsáveis pela contratação de funcionário e das instalações físicas – e do Governo do Estado, encarregado de capacitar os gestores municipais e de dar uma dinâmica nos núcleos de leitura.

Agora, a Secretaria de Estado da Cultura quer dar um passo além. Para tanto está realizando um mapeamento de todas as bibliotecas públicas de Alagoas, identificando a situação real de cada uma delas. “Já visitamos seis municípios do Litoral Norte do Estado. Lá conversamos com os gestores, visitamos as instalações, fotografamos tudo e relacionamos todos os pontos positivos e negativos”, diz Wilma Maria Nóbrega Lima, coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas e gerente de Projetos Culturais da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Segundo ela, o levantamento visa descobrir quais os municípios que tem promovido um maior envolvimento entre as comunidades com seus acervos públicos. “Porque não basta dar os livros e montar a biblioteca. Esse espaço precisa manter uma dinâmica própria para atrair um número cada vez maior de leitores”, reflete. Na visão de Wilma, os gestores municipais têm de criar incentivos como programas de leituras e encontros com escritores locais para cativar crianças, jovens e adultos para o hábito da leitura.

Mapeamento-Além das atividades culturais, Wilma defende a profissionalização das equipes de atendimento ao público e da gestão das bibliotecas. “O ideal era que em cada município houvesse um bibliotecário”, afirma. Ela também é favorável à informatização do acervo e de se dar uma atenção especial aos leitores que são portadores de deficiência física, oferecendo acesso fácil aos cadeirantes ou livros em braile, por exemplo. “Esse mapeamento que estamos fazendo será concluído em junho. A partir dele pretendemos desenvolver novas políticas públicas voltadas para as bibliotecas”, diz.

De acordo com Wilma Nóbrega, é necessário se descobrir como anda a gestão de cada acervo disponível nos municípios e orientar aqueles que não desenvolvem ações culturais ou que por alguma razão estão mantendo o acervo inacessível à população. “Mas, há bibliotecas municipais que são verdadeiros cases de sucesso. Em Arapiraca, por exemplo, a biblioteca pública ampliou seu acervo inicial de 2 mil livros para 20 mil em dez anos”, conta. Segundo ela, em Coruripe, a gestão municipal estendeu seu acervo também para Pindorama e agora está pretendendo levá-lo para o povoado de Poxim. “Em São Miguel dos Milagres, além de levar o acervo a mais quatro povoados, o município mantém a sede em funcionamento nos três turnos, com ar condicionado e boa infra-estrutura predial”, diz.

Expansão – De 2004 para cá, o programa Livro Aberto implantou 25 novas bibliotecas no Estado. Em cada uma delas , o governo federal direcionou R$ 42 mil aplicados na compra de 2,3 mil títulos, além de mobiliário e equipamentos como computadores, TVs e DVDs. Nos municípios onde houve a modernização, foram investidos R$ 12 mil apenas na aquisição de livros. O acervo é formado por títulos de todas as áreas do conhecimento de ciências às artes. “Contudo, 40% do acervo é formado por livros de ficção. Justamente para incentivar o hábito da leitura”, conta.

O acervo das bibliotecas municipais tem sido constantemente ampliado pela própria Secretaria da Cultura. De acordo com Wilma Nóbrega, o Estado mantém convênio com o Ministério da Cultura, a Biblioteca Nacional, a Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal), entre outras instituições alagoanas e brasileiras, no qual recebe doações sistemáticas de livros. “Então formamos kits e distribuímos em todos os municípios. Quando recebemos um número insuficiente de exemplares para oferecer a cada um, priorizamos aqueles que mantém grande fluxo de leitores”, conta.

 Segundo ela, A Secult também tem oferecido capacitações freqüentes para os gestores municipais. Nesses encontros os participantes aprendem mais sobre conservação e preservação dos acervos, sobre administração das bibliotecas e sobre atividades culturais e educativas. Essas atividades são realizadas no auditório da Academia Alagoana de Letras, instituição com a qual a Secult mantém parceria.

Wilma, que dedicou doze anos de sua carreira à gestão da Biblioteca Pública do Estado, pretende transformá-la num modelo de gestão para as bibliotecas municipais, realizando uma série de melhorias a partir deste ano. Bibliotecária por formação, ela vem ampliando os acervos de livros em braile das bibliotecas alagoanas. “A questão da inclusão e da acessibilidade é fundamental. Através do convênio com instituições como a Fundação Dorina Nowill e Edufal temos ampliado com freqüência nosso acervo voltado para os deficientes visuais”, afirma.

Tantos resultados positivos têm transformado Alagoas em uma referência nacional na área de bibliotecas públicas. Prova disso, é que pelo segundo ano consecutivo, a Ministério da Cultura da Espanha selecionou o Estado para participar de um curso internacional que seleciona apenas três participantes de cada um dos países da América do Sul. “No ano passado, o tema do curso foi As Bibliotecas como Centros Multiculturiais, realizado em Santigo no Chile, e apenas Alagoas e Rio de Janeiro foram selecionados pelo governo espanhol”, diz Wilma.

“Este ano, o encontro será realizado em Assumpção, no Paraguai, e vamos marcar presença ao lado de Santa Catarina e Pará”, ressalta, citando que o curso deste ano, que será realizado de 7 a 11 de abril, irá abordar Os Recursos para Gestão e Avaliação de Bibliotecas Públicas.

Nesta sexta-feira, 14, a partir das 14h, o Dia Nacional da Poesia será comemorado de um jeito especial por um grupo de idosos alagoanos, que participam de um Recital Poético no auditório da Livraria Paulinas, no Centro.

O evento, organizado pelo Clube Paulinas para Melhor Idade (Paumi), tem como objetivo homenagear os idosos que são poetas autodidatas ou catedráticos, anônimos ou consagrados.

Na programação do recital constam apresentação em vídeo do poeta Ambrósio de Queiroz, de 104 anos; declamação de vários poetas; lançamento do I Concurso de Paumi de Poesia; e a participação especial da cantora Madalena, em um cântico poético. O auditório da Livraria Paulinas fica na Rua da Alegria, 71, Centro.

A Academia Alagoana de Letras (AAL) entrega hoje à noite o Prêmio Nacional Graciliano Ramos e lança a quinta edição do concurso, que homenageará o poeta Mendonça Júnior. O vencedor da disputa no ano de 2007 foi o professor universitário baiano Jorge de Souza Araújo, com o trabalho “Graciliano Ramos e o Desgosto de Ser Criatura”.

O ensaio escolhido é considerado pela comissão julgadora como uma ótima contribuição aos estudos literários brasileiros sobre a obra do “Mestre Graça”. Entre os trabalhos inscritos o vencedor do concurso se destacou pela abordagem da totalidade da obra do escritor alagoano, pelo rigor científico e pelo aprofundamento na análise dos personagens.

Para a segunda secretária da academia, a escritora Enaura Quixabeira, o prêmio – patrocinado pela Braskem – tem se mostrado como uma ótima ferramenta de estímulo na redescoberta e no aprofundamento da literatura alagoana.

“É um resgate da nossa memória literária. Enquanto o escritor está sendo estudado num ensaio a sua obra está sendo revitalizada, revivida para as próximas gerações”, afirma Enaura.

O gerente de Relações Institucionais da Braskem em Alagoas, Cláudio Pimentel, acredita que o concurso também é uma forma de despertar talentos da crítica literária.

A edição 2008 do Prêmio Nacional Academia Alagoana de Letras será lançada hoje e terá como tema o escritor Mendonça Júnior, que se destacou pelos poemas e pelos discursos que escreveu, que são um verdadeiro resgate da história da boa política de Alagoas.

A escolha da academia tem inúmeros motivos além do grande talento do escritor, entre eles, o seu centenário de nascimento – comemorado este ano -, a sua projeção nacional e o fato da essência de sua obra ser eminentemente alagoana.

Entre os livros de notoriedade de Mendonça Júnior estão “O Último Senhor de Engenho” e as crônicas de “Dinheiro e Mulher Bonita”.

O vencedor do Prêmio Nacional Graciliano Ramos, Jorge de Souza, recebe a quantia de R$ 15 mil e a publicação de seu trabalho. O concurso teve como tema nas edições anteriores os escritores Jorge de Lima, Pontes de Miranda e Aurélio Buarque de Hollanda.

A Secretaria de Estado da Cultura, através do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas (SBPE) incluiu os municípios de Santana do Mundaú, São Sebastião, Junqueiro, Olivença, Teotônio Vilela, Viçosa e Igreja Nova no Programa Livro Aberto, do Ministério da Cultura. O programa vai garantir a instalação de cinco novas bibliotecas e a ampliação do acervo de mais dois equipamentos, com a doação de 2.300 volumes.

Segundo a diretora do SBPE-AL, Wilma Nóbrega, o Programa Livro Aberto tem como meta implantar bibliotecas públicas em municípios brasileiros que não dispõem desses equipamentos, possibilitando o acesso da população à informação e ao conhecimento e o seu enriquecimento intelectual.

Conhecimento – Na opinião do secretário da Cultura, Osvaldo Viégas, o programa é parceiro importante, pois cumpre o papel de zerar o número de municípios sem biblioteca pública, além de apoiar e dinamizar as já existentes. “Em breve, todos os municípios alagoanos devem ter uma biblioteca para que funcionem como centros geradores de cultura e de conhecimentos”, afirmou Viégas.

Para que os municípios sejam contemplados, a Secult promove reuniões com representantes municipais para mostrar a importância cultural da instalação da biblioteca na cidade. “Nosso apoio técnico acontece desde o preenchimento do formulário até a capacitação para o funcionamento da biblioteca. Também promovemos ações de dinamização do acervo e programas de incentivos à leitura”, destacou a diretora Wilma Nóbrega.

Para a instalação da biblioteca os municípios contemplados vão receber um computador, 2.500 volumes já informatizados no sistema de bibliotecas, DVD, Micro System e mobiliário. Em contrapartida, as prefeituras vão ceder o espaço físico e funcionários para o funcionamento das bibliotecas públicas.

Os municípios que já possuem bibliotecas vão receber 2.300 volumes na área de conhecimento. A previsão é de que até setembro as novas bibliotecas já estejam em funcionamento para difundir o saber e o conhecimento.

Acontece amanhã (dia 23/10) o lançamento do livro “Se eu calar você me esquece, se eu contar você me abraça?“, de autoria da jornalista Gal Monteiro. A solenidade está marcada para 19h, no Centro Cultural e de Exposições de Maceió, onde está sendo realizada a III Bienal Nacional e a I Internacional do Livro em Alagoas.

O trabalho é resultado da premiação do Projeto Alagoas em Cena, na categoria de Contos. “ Não se lança um livro todos os dias. No meu caso, é a estréia. Portanto, um momento muito especial e único na minha vida. Quero dividir com vocês. Vou adorar tê-los por lá”, convida Gal”

A 5ª edição do Prêmio Sesc de Literatura está com inscrições abertas até 31 de outubro para trabalhos nas categorias de conto e romance.

As obras selecionadas serão editadas pela Editora Record, que se encarregará também da distribuição e divulgação do livro.

Os trabalhos devem ter entre 130 e 400 laudas, caso seja um romance, e entre 70 e 200 laudas, se for conto. As inscrições são gratuitas.

Mais informações sobre o concurso podem ser obtidas nas unidades do Sesc Poço e Centro ou nos sites do Sesc e da Record.

De: 29/08/2007 até: 31/10/2007
Local: Sesc Poço e Sesc Centro
Informações: 0800-284-2440 / 3326-3133

Neste domingo, 21 de outubro, a III Bienal Nacional e a I Internacional do Livro de Alagoas apresenta na sala Manoel Correia de Andrade, debate sobre a Sociedade Capitalista e a atualização do Marxismo. A programação conta com presença de Ivo Tonet (foi meu professor de Introdução à Filosofia na UFAL), Gilmásia Macedo, Sérgio Lessa, Edilene Pimentel, Célia Porto e Cristina Paniago.

Já nos estandes, a programação do domingo está bem diversificada. No estande do Café Literário, haverá lançamento coletivo com os livros: “Educação contra o capital, com Ivo Tonet; Indivíduo e sociedade: sobre a teoria da personalidade em George Luckács, de Gimaisa Macedo da Costa; Serviço social e trabalho, de Sérgio Lessa; entre outros.

A Secretaria Estadual de Educação apresenta das 15h as 20h, recital de poesias de autores alagoanos, alunos da rede estadual de ensino. O estande do Sesc promove às 20h o lançamento dos livros premiados do Prêmio Sesc de Literatura 2006. Já a oficineira Lenice Gomes lança o livro A alegria aquece as horas, às 19h, no estande da Editora Cortez. Mais informações e a programação completa da bienal do livro de Alagoas no site: http://www.edufal.com.br/bienal2007/ .

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De 19 a 28 de outubro será realizada a III Bienal Nacional e I Internacional do Livro de Alagoas no Centro de Convenções – Jaraguá. O evento contará com oficinas literárias e de criação, palestras, mesas redondas, debates, bate-papo com vários autores locais e nacionais e os últimos lançamentos de editoras de todo o país. Durante as manhãs e tardes haverá oficinas, brincadeiras e contação de histórias para o público infantil.

A novidade este ano é a I Bienal Internacional do Livro, que terá a participação de quatro países estrangeiros: México, Peru, Portugal e França, este último sendo o país homenageado.

A abertura oficial da Bienal acontecerá dia 19, às 19 horas, no auditório do Centro de Convenções. As demais atividades serão iniciadas somente no sábado, dia 20.

Mais informações e programação completa estão disponíveis no site http://www.edufal.com.br/bienal2007/.