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Na próxima terça-feira, 15 de abril, o Tela Tudo Clube de Cinema vai realizar a 2ª edição do Cinezil: curtas musicais. Na ocasião, cinco filmes serão exibidos ao público.

Veja os filmes:

Rua da Escadinha 162: Direção: Márcio Câmara (CE). 18 min, 2002;

Rubra-flor: Direção: Matheus Maciel (PE). 3 min, 2007;

Viva Volta: Direção: Heloisa Passos (PR). 15 min, 2005;

Zé: Direção: Marianna Bernardes (PE). 4 min, 2006;

O mundo é uma cabeça: Direção: Bidu Queiroz e Cláudio Barroso (PE). 17 min, 2004.

O bar Casa Amarela fica localizado Rua Pio XX, Jatiúca. Próximo ao posto Tigre.

A terceira edição do Cine Rock, projeto do Centro Cultural Sesi em parceria com o músico e produtor Sebage, apresenta, em pré-estréia, o filme de Chorão (vocalista da banda Charlie Brown Jr.), “O Magnata”, seguido pelo show da banda Varial.

O Cine Rock acontece na próxima segunda-feira, 14 de abril, às 19h30, no Cine Sesi Cultura. Os ingressos custam R$ 6 (estudante e comerciário) e R$ 12.

Comentário: FILME MERDA. Muito obrigado :D

“Uma mostra fotográfica para apresentar as peripécias de Hermano Figueiredo na sua determinação de levar cinema, de forma criativa, aos lugares mais improváveis”. Esse é o objetivo da exposição Cinema Itinerante Ideário, que permanece até o dia 15 deste mês, no Museu da Imagem e do Som de Alagoas (Misa), em Jaraguá.

A exposição apresenta o resultado do registro fotográfico de diversos projetos realizados em eventos de cinema da ideário. A maioria das fotografias faz parte do projeto Acenda uma Vela, que exibe cinema nas velas de jangada em localidades litorâneas, lagunares e ribeirinhas nas cidades de Maragogi, Penedo, Piaçabuçu, Marechal Deodoro, Porto de Pedras e Coruripe. Mas há também o cinema chegando na periferia de Maceió, nas escolas e nas praças.

Na mostra do Misa estarão reunidas fotografias de Lula Castello Branco, Celso Brandão e Nataska Conrado, profissionais que, ao longo desse período, vêm acompanhando as ações do cinema itinerante da Ideário.

Os eventos têm acesso gratuito e são de caráter performático e educativo, e acompanham o estilo de Hermano Figueiredo na valorização da interação com o público e o uso de suportes inusitados.

O projeto Acenda uma Vela é uma iniciativa da Ideário Comunicação e Cultura, que tem como um de seus objetivos contribuir para a democratização do audiovisual brasileiro. É patrocinado pelo Ministério da Cultura, através do Fundo Nacional de Cultura (FNC).

A exposição ficará aberta das 8 às 17 horas, e tem o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas. Maiores informações podem ser obtidas no endereço eletrônico www.ideario.org.br

O grupo Cena Livre traz para Maceió, no próximo mês de Março, um curso de Cinema e TV com o diretor de novelas, Luiz Pilar. O curso tem a duração de dois finais de semana: 8, 9 e 15, 16 de março de 2008, na Sala de Cinema da ESAMC. Às vésperas do curso, no dia 7, Luiz Pilar ministrará uma palestra sobre linguagens de Cinema e TV.

Durante curso, os participantes terão a oportunidade de gravar em processo real de televisão e recebem, ao final, DVD com as cenas gravadas e certificado. Serão quatro dias de trabalho, com distribuição de textos, ensaios de cenas, gravação, revisão, preparação de elenco e avaliação final de todos os participantes. Entre os diversos exercícios, os participantes conhecerão a relação com a câmera, ocupação, concentração e foco; fluxo de interpretação; contracena no cinema; abordagem de roteiro, linguagem cinematográfica e set de filmagem.

Luiz Pilar é diretor da Rede Globo de Televisão desde 1999. Dirigiu Sinhá Moça, o programa Big Brother Brasil em 2007 e, atualmente, a novela Desejo Proibido. Na Rede Manchete, Pilar esteve à frente das novelas Mandacarú e Brida. Dirigiu, recentemente, o espetáculo teatral “Metódo Gronholm”, de autor alemão, com Lázaro Ramos e Thaís Araújo, na montagem paulista. No Rio de Janeiro, o elenco é encabeçado por Suzy Rêgo, Ailton Graça e Ângelo Paes Leme. Também trabalhou na área de shows, dirigindo Martinho da Vila, Elza Soares, Beth Carvalho, entre outros.

O grupo Cena Livre traz este curso com o objetivo de somar com o desenvolvimento cultural do Estado que, pela primeira vez, recebe um diretor de tamanha trajetória profissional para orientar atores, aspirantes, e público em geral.

O número de vagas é limitado e as inscrições podem ser feitas na Esamc, com Ana Sofia, através dos telefones: 3033.1600/8842.9165.

Vou dar uma ligada pra Esamc, dependendo do preço, to pensando em participar, me interesso por essa área :)

O Cineclube do Sindjus/AL, o Cinejus, vai exibir, nesta sexta-feira, dia 18, o filme “Filhas do Vento”, às 17 horas, na sala de projeções do sindicato. A entrada é gratuita. Pipocas serão oferecidas ao público.

Após a exibição, é aberta uma discussão sobre a temática do filme com a militante do movimento negro Sirlene Gomes.

“Filhas do Vento” aborda temas relacionados às relações familiares e ao racismo. Em uma obra de cunho político e social, o diretor Joel Zito Araújo substitui os tradicionais papéis estereotipados, comumente interpretados por atores negros nas telenovelas brasileiras, por uma rica e multifacetada construção de personagens. O filme é uma espécie de continuidade, da tese do diretor da Universidade de São Paulo que virou o documentário “A Negação do Brasil”.

Trama - O longa-metragem é um pouco da história da própria protagonista do filme, a atriz Ruth de Souza, que saiu do interior para se tornar uma grande artista no Rio de Janeiro. Ela está no papel de Cida (interpretada por Thais Araujo quando jovem), uma apaixonada pelas novelas de rádio, cansada com a vida monótona de cidade interiorana. O oposto de sua irmã Jú, vivida por Lea Garcia, uma namoradeira, que finca raízes na cidade natal, onde se mantém unida à família. As duas são comandadas com mãos de ferro pelo patriarca viúvo Zé das Bicicletas (Milton Gonçalves).

Após ser expulsa de casa, Cida vai atrás de seu sonho no Rio de Janeiro, onde constrói uma carreira de atriz. Mesmo depois de ter seu trabalho reconhecido, ela enfrenta preconceitos que restringem o mercado de trabalho dos atores negros a papéis subalternos ou estereotipados. Maria Ceiça faz a sua filha Selminha, uma militar amante de Jonas Bloch, o único ator branco do elenco, enquanto Danielle Ornellas é Dorinha, a sobrinha que percorre o mesmo destino da tia, batalhando pela vida de atriz.

Premiação - As Filhas do Vento foi muito aplaudido em Gramado. Levou oito láureas – direção, atores (Milton Gonçalves, Rocco Pitanga, Ruth de Sousa, Léa Gracia, Taís Araújo e Thalma de Freitas) e prêmio da crítica. Em entrevista ao Jornal do Brasil, o presidente do Júri, Rubens Ewald Filho, declarou que a decisão tinha sido planejada, baseada não apenas em critérios cinematográficos na premiação de seis atores negros “em um estado como o Rio Grande do Sul que sempre foi acusado de desprestigiar o negro”.

A declaração criou um clima de indignação em Joel Zito Araújo. Como resposta, o diretor escreveu uma nota em que dizia não querer esmolas e prêmios por cotas. Renegava todos os kikitos, com exceção do melhor filme, decidido pelos críticos de cinema enviados ao festival. Mais tarde, Rubens Ewald Filho desfez o mal entendido e Joel Zito voltou atrás, ficando tudo por isso mesmo.
A autorização dos filmes para o Cineclube tem contado com a parceria da distribuidora Riofilme.

SERVIÇO

O Sindjus fica localizado na Rua da Praia, 102 – Centro – Maceió – Tel.: 82 – 3326-6042.

Lista com todos os maceioenses presentes no IMDb. Pra quem não sabe, IMDb é o Internet Movie DataBase, ele lista praticamente todos os filmes que tiveram alguma credibilidade, por mínima que seja, certamente ele não tem listado aquele filme que você fez com seu vizinho, mas se algum filme seu chegou a ser exibido em um cinema, tem uma boa chance de ele ter sido listado aqui.

Entre os maceioenses no IMD estão eles: Djavan, Mario Zagallo e Pedro de Lara. Pelo que a lista mostra, Maceió não exporta um escritor/ator/atriz/diretor para fora há MUITOOSSS anos, muitos dos que fazem parte da lista nem são da indústria cinematográfica mesmo, só fizeram parte de alguma trilha sonora (Como o Djavan) ou partidas de futebol (Zagallo), o Pedro de Lara fez alguns filmes na década de 70, que passam de vez em quando no canal Brasil, mas nada demais. Mas isso vai mudar, pelo menos eu esperto, vamos tirar as idéias da cabeça e produzir alguma coisa.

PS: Antes que alguém lembre, sim, eu sei que o Carlos “Caca” Diegues é Alagoano, mas é um caso a parte :P

O bairro de Bebedouro terá seu legado histórico registrado em um documentário. A obra está sendo produzida por mestres e componentes dos grupos folclóricos que formam o Ponto de Cultura Chã de Folguedos – espaço criado e mantido pela Fundação Municipal de Ação Cultural em parceria com Ministério da Cultura (MinC).

Segundo o vice-presidente da FMAC, Clébio Araújo, a concepção desse trabalho surgiu em decorrência da realização de uma oficina de vídeo-documentário que vem sendo ministrada desde novembro aos representantes dos grupos folclóricos envolvidos nesse processo.

Essa capacitação tem como objetivo proporcionar aos participantes conhecimento técnico para utilização dos equipamentos que estarão instalados no Chã de Folguedos. Além disso, despertar e incentivar para a leitura crítica de obras audiovisuais e também sobre os fundamentos da expressão audiovisual, visando principalmente à produção de obras comunitárias.

O responsável pela formação é o cineasta e diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de documentários, Hermano Figueiredo; o convite foi feito pela FMAC. Considerado uma das lideranças do cineclubismo brasileiro, Hermano acumula experiências de sucesso voltadas para o cinema itinerante em vários Estados nordestinos. Destacando-se nacionalmente pelo seu caráter performático e democratizador.

As atividades da oficina são administradas em momentos teóricos e práticos. De acordo com técnicos da FMAC, que também estão envolvidos no processo, toda sintaxe cinematográfica é bem detalhada, desde a escolha do tema que seguirá um roteiro até o próprio vídeo, quando em fase de veiculação.

A conclusão da oficina está prevista para o final de janeiro de 2008. Como conseqüência dessa ação, será lançado em fevereiro o vídeo-documentário sobre a diversidade cultural de Bebedouro, produzido por moradores ligados à cultura popular, lançado inicialmente dentro da própria comunidade.

O Sindicato dos Servidores do Judiciário Federal e do MPU em Alagoas (Sindjus/AL), através do cineclube CINEJUS, exibe nesta sexta-feira (09) o filme Ônibus 174, do mesmo diretor de Tropa de Elite, José Padilha. A sessão será realizada na sede da entidade sindical (Rua da Praia, 102 – Centro), a partir das 17h. Após a exibição, o sociólogo e vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), Josimar Melo, facilitará uma discussão sobre a violência gerada pela exclusão social. Além de a entrada ser aberta e gratuita, pipoca e refrigerante serão distribuídos ao público.

O primeiro filme de José Padilha faz uma investigação cuidadosa, baseada em imagens de arquivo, entrevistas e documentos oficiais, sobre o seqüestro de um ônibus no Rio de Janeiro. O incidente, que aconteceu em 12 de junho de 2000, foi filmado e transmitido ao vivo por quatro horas, paralisando o país. No filme a história do seqüestro é contada paralelamente à história de vida do seqüestrador, Sandro Nascimento, intercalando imagens da ocorrência policial feitas pela televisão.

É revelado como um típico menino de rua carioca transforma-se em bandido e as duas narrativas dialogam, formando um discurso que transcende a ambas e mostrando ao espectador porque o Brasil é um país tão violento. Comparando ônibus 174 com Tropa de Elite, a origem da violência urbana nasce no abandono do Estado à população carente, assim como nos instrumentos de repressão do mesmo para aquietá-la. No filme, os homens de preto jamais seriam heróis.

A discussão representa o compromisso do Sindjus/AL com a reflexão de temáticas sociais, já que desde que o cineclube foi criado, em julho deste ano, o objetivo tem sido a formação crítica e conscientizadora dos trabalhadores, estudantes e movimentos sociais de Alagoas.

A 6ª edição do projeto Cine Sesi Cultural chega ao estado de Alagoas. De novembro de 2007 a fevereiro de 2008, a unidade móvel, que já passou por 248 cidades do interior do Brasil, visitará 14 municípios alagoanos, projetando curtas e longas metragens ao ar livre para a população. Na programação, destaque para os filmes nacionais “Tapete Vermelho”, do diretor Luiz Alberto Pereira, e “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburger.

Visto por mais de 2 milhões de pessoas, o projeto tem como principal objetivo levar a cultura cinematográfica para lugares que não possuem sala de projeção, chamando atenção para a necessidade de criar ou reabrir salas de projeção no interior. “A sétima arte ajuda a abrir horizontes no campo da sensibilidade e do pensamento de quem assiste, fazendo com que a comunidade execute os seus trabalhos com ainda mais criatividade e informação”, afirma a idealizadora do evento, Lina Rosa Vieira. “Além de diversão e entretenimento, o projeto oferece conteúdo inteligente e eleva a auto-estima da população”, diz.

A partir do dia 9 de novembro, o Cine Sesi irá visitar as cidades de São Luís do Quitunde, Rio Largo, Viçosa, Atalaia, União dos Palmares, Marechal Deodoro, Junqueiro, Penedo, São Miguel dos Campos, Arapiraca, Palmeira dos Índios, Santana do Ipanema, Pão de Açúcar e Água Branca. Os organizadores do projeto esperam reunir milhares de pessoas que nunca tiveram oportunidade de assistir a projeções na telona para presenciarem a exibição dos curtas “Até o Sol Raiá” (PE), “O Véio” (SE) e a animação “Vida Maria” (CE), além dos longas “Tapete Vermelho” (SP), “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” (SP) e a animação infantil “Robôs”.

Durante o projeto, também será feita uma campanha educativa com a população de cada cidade. Um vídeo animado exibido antes de cada sessão falará sobre saúde dentária, prevenção de doenças como câncer e a importância do auto-exame.

As imagens serão exibidas em tela alto alvura de 12m x 5m com um projetor de 35 mm. O som possui três vias de 2 mil watts e projetor Hi-Light Xenon de 2 mil watts, além de “cinemascope”, o que permite boa visualização e audição a uma distância de 25 metros. Tudo isso garante o elevado padrão de qualidade técnica e de conteúdo das projeções, que serão realizadas sempre às sextas-feiras, sábados e domingos (exceto nas cidades de Junqueiro, Penedo e Pão de Açúcar), a partir das 18h30, em praça pública ou área de simpatia do público local. Durante as exibições do projeto Cine Sesi Cultural, também haverá distribuição gratuita de pipoca para os espectadores.

Sobre o Cine Sesi Cultural – O projeto Cine Sesi, patrocinado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), já passou por 248 cidades do interior do Brasil, atingindo mais de 2 milhões de pessoas entre 2002 e 2007.

Entre os filmes exibidos durante todos esses anos, o “Auto da Compadecida” (RJ), “Eu, Tu, Eles” (RJ), “O Baile Perfumado” (PE), “Central do Brasil” (RJ), “Lisbela e o Prisioneiro” (RJ), “A Era do Gelo”, “Monstros S.A” e outros.

O Sesc Alagoas, o Cineclube Antes Arte do que Tarde e a Cinemateca da Embaixada da França vão realizar uma mostra curtametragens neste mês de novembro. São 41 filmes, que compõem o programa Viagens em Curtas, que vão ser exibidos nos dias 5,12, 19 e 26 de novembro, sempre às 19 horas, no Teatro Jofre Soares.

As sessões foram divididas em quatro temas: Estranhamento Curtas, Elas, Clemont-Ferrand e Curtas Mundo. No dia 5, serão exibidos dez curtas, entre eles, O Beijo, de Stéfan le Lay, Stricteternum, de Didier Fontan, Cozinha, de Alice Winocour, Linha Verde, de Laurent Mareschal, e The End, de Camillelvis Théry.

A entrada é gratuita. Mais Informações: 3326-3133.

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